quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ser Poeta é...



Ser Poeta é... sentir... viver... amar... escrever... sonhar...





Sentir cada momento como se fosse o último...


Viver como se não houvesse amanhã...


Amar desde o nascer, até ao pôr-do-sol, com tudo o que existe em nós...


Escrever o que se vê, escrever o que se sente...





Sonhar com o Sol.. as estrelas... o luar...


Um poema é como uma pena, que esvoaça no ar... no tempo... na cabeça... no caração... na memória...


Um olhar... um sorriso... uma palavra... uma lágrima... são simples gestos que podem servir para o início de um sentimento que, mais tarde, é impresso num poema...





Poeta, não é aquele a quem viram a cara... que maltratam... que humilham..





É aqule que é admirado... adorado... aquele que ri... chora... aprende... abserva... aprecia... encontra... aperfeiçoa... ama.. escuta... compreende!!!



Mafalda Coelho

o mendigo

Naquele banco de jardim, estava ele deitado, aquele pobre idoso que tem perto de 80 anos. Coitado abandonado pela família e sem ter para onde ir nem ter a quem recorrer, mora agora num banco no jardim do centro da cidade. Todos os que ali passam podem vê-lo, a mendigar, a dormir a sua sesta, por vezes tem ataques de loucura e diige-se às pessoas, como sendo pessoas da sua família, no outro dia dirigiu-se ao médico da cidade como sendo o seu filho, o médico muito indignado camou o velho de maluco, mas tu que estavas lá não fizeste nada, vocês todos que passavam não faziam nada, nem eu, nem mesmo esses políticos que prometem mudanças para todos, ora aí se vê onde está a solidariedade e generosidade de todos, até mesmo a minha. Quem o vira e quem o vê, antes todo aperaltado, agora mendiga por um bocado de pão seco. Morreu no outro dia, o pobre, deitado no seu banco de jardim, com o jornal sobre o seu corpo, aberto na página de desporto. Ninguém foi ao funeral, pelo que ouvi dizer nem padre houve, enterrado lá no fundo do cemitério, sem caixão, pois era muito caro e a câmara não tinha dinheiro. Mas apesar de tudo tu não o foste velar, sozinho até no dia do seu funeral, com aqueles trapos que trazi vestidos, de à não sei quanto tempo para cá.
Tem está morto e enterrado, mas apesar disto muitos passam e nem dão pela falta do velho. Tu no início ainda paravas e olhavas, olhavas com um ar de que faltava algo, mas logo te esqueceste e continuaste com a tua vida apressada.

Ana Lourenço

Quem sou eu ????

Talvez alguém . . . talvez ninguém . . .

Nunca sabemos ao certo quem somos ou o que queremos!!! Todos somos pessoas instáveis, incertas, com dificuldades em compreender-nos a nos próprios, e eu não sou excepcção a isto ...
Tenho 14 anos e tenho várias paixões e ambições, entre elas o ler e a advocacia . . . luto por aquilo que acredito e penso mesmo que por vezes esteja errada . . . não gosto de ouvir lições de moral, principalmente de quem comete os mesmo erros que apontam estar errados. . . não gosto de admitir que estou errada . . . sou orgulhosa e perfeccionista em tudo o que faço, não me contento com pouco . . .
Ana Lourenço

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Quem sou....

Para dizer a verdade, não gosto de falar sobre mim pois não me conheço a mim própria. Mas alguma coisa há-de sair...

Considero-me um enigma... Nunca sei o que posso esperar de mim! Num momento, sou uma pessoa alegre, bem-disposta e no outro... transformei-me numa pessoa distante, confusa e triste.

Em relação aos meus gostos... Sou uma apaixonada pela dança e também pela escrita!
Para dizer a verdade, são estas as únicas coisas que me fazem feliz e que me fazem abstrair de todos os problemas e de tudo á minha volta.

A palavra que possivelmente, melhor me caracteriza é, na minha opinião: imprevisível.


Mafalda Coelho